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| Jogam as brancas |
O II Open Clássicas Clube Peões da Caparica contava para o Elo FIDE, e cada partida jogada no tabuleiro mexeu na lista de cada um. Dos sete jogadores do CPC em prova, só Luís Filipe sai do torneio a ganhar Elo, com mais 6,8 pontos. A maior descida é a de Mauro Monteiro, menos 44,4, e quase toda veio de uma única partida. Revemos o torneio de cada jogador pelo Elo: com que valor entrou, a que nível jogou (a performance) e que resultados lhe deram ou tiraram pontos.
O quadro geral
Como se fazem as contas
A FIDE compara, em cada partida, o resultado obtido com o resultado esperado em função da diferença de Elo entre os dois jogadores. Quando a diferença passa de 400 pontos, conta como 400. A diferença entre o resultado e o esperado é depois multiplicada pelo coeficiente K. Para cinco dos sete jogadores, K é 20. Para Pedro Santos e Mauro Monteiro, K é 40, o que duplica o efeito de cada resultado, para cima e para baixo. Byes, faltas de comparência e rondas sem emparceiramento não contam.
A performance é o Elo que corresponde ao resultado obtido, tendo em conta a força dos adversários.
A performance e a variação de Elo foram tiradas do Chess-Results. O valor de cada partida resulta das contas com a tabela da FIDE, e a soma por jogador coincide com o total do Chess-Results. O Elo estimado é o Elo inicial somado à variação, arredondado. Só se torna oficial quando a FIDE publicar a lista que inclui o torneio, e pode ser diferente se o jogador tiver feito outras provas homologadas no mesmo período.
Para o jogador mais cotado do Clube, as vitórias valem pouco e os empates custam bastante. Contra Américo Costa e Luís Filipe, as duas vitórias renderam apenas 6,4 pontos, e os empates com Leon Li e Vítor Morais tiraram 8,8. A derrota com Miguel Rocha, que tinha mais 75 pontos, custou 8. A partida que mais pesou foi a da sexta ronda: Pedro Apolónia tinha menos 130 pontos e jogava de pretas, e a derrota tirou 13,6 pontos, mais de metade da descida total. A performance de 1866 ficou 161 pontos abaixo do Elo, a maior diferença entre os sete. Ainda assim, Arthur Vlug continua acima dos 2000.
Luís Filipe foi o único dos sete a jogar acima do seu nível, com uma performance de 1789, 39 pontos acima do Elo. As duas derrotas foram com adversários bem mais cotados, Mário Figueiredo e Arthur Vlug, e custaram pouco: 9,8 pontos no total. Ao fim de cinco rondas, ainda estava em terreno negativo (−3,2). As vitórias sobre Martim Pinheiro e Pedro Santos, nas duas últimas rondas, viraram as contas: valeram 10 pontos e deixaram-lhe um saldo final positivo de 6,8.
O torneio de Américo Costa divide-se em duas partes. Nas quatro primeiras partidas perdeu sempre e deixou 38,6 pontos de Elo. A mais cara foi com Pedro Correia, que tinha menos 184 pontos: custou 14,8. Nas duas últimas rondas venceu Jorge Gomes e Fernando Amaral e recuperou 16,8 pontos, quase metade do que tinha perdido. A performance de 1598 ficou 130 pontos abaixo do Elo.
Fernando Amaral teve o terceiro calendário mais exigente em relação ao seu Elo, com adversários em média 63 pontos acima. As derrotas com os dois mais cotados, Gustavo Francisco e Mário Figueiredo, custaram menos de 10 pontos no conjunto. Foi nos jogos com colegas de clube que a conta pesou: as partidas com Luís Filipe e Américo Costa deram 14,2 dos 20,4 pontos perdidos. O único ponto inteiro foi a vitória sobre Pedro Correia, que valeu 5,8. A performance de 1568 ficou 130 pontos abaixo do Elo.
Resumo final
Fontes: Chess-Results: classificação final · Chess-Results: tabela cruzada final · Fichas individuais no Chess-Results (Elo, performance e variação de Elo): Arthur Vlug, Luís Filipe, Américo Costa, Pedro Santos, Mauro Monteiro, Jorge Gomes, Fernando Amaral
NOTA: cálculos elaborados com o apoio da IA
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| Imagem gerada por IA |
A evolução da frente
Arranque: os favoritos cumprem
A primeira ronda respeitou o Elo em todas as dez partidas decididas. Os futuros medalhados venceram sem complicações. Na segunda, o cabeça de série, Edivaldo Gama (Cx Montemor-o-Velho, 2119), bateu com as pretas Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897) na Mesa 1. Foi a única derrota de Pedro Apolónia em todo o torneio. Naquela altura parecia afastá-lo da discussão. Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102) ganhou a Luís Reis. Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) não foi emparceirado e somou meio ponto.
Edivaldo Gama e Miguel Rocha descolam
Na terceira ronda, Miguel Rocha venceu com as pretas Arthur Vlug, o terceiro do ranking e o jogador mais cotado do CPC. Edivaldo Gama também ganhou na Mesa 1, e os dois primeiros do ranking ficaram sozinhos com o pleno de 3 pontos. Pedro Apolónia, longe dos holofotes, ganhou a Riccardo Ciuffreda na Mesa 6 e chegou aos 2 pontos.
A meio da prova: quatro líderes e um perseguidor
O duelo da quarta ronda entre Miguel Rocha e Edivaldo Gama terminou empatado. Quem vinha atrás aproveitou. Rúben Santos impôs a primeira derrota ao jovem Leon Li, e Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866) venceu com as pretas Miguel Domingues. Ficaram quatro jogadores no comando, com 3,5 pontos e sem derrotas. Pedro Apolónia ganhou de pretas a Mário Figueiredo e subiu ao quinto lugar, isolado, com 3.
A quinta ronda muda o topo
Edivaldo Gama não compareceu frente a Rúben Santos, e o ponto foi atribuído ao jogador do Lumiar. Miguel Rocha venceu Reinaldo Silva com as pretas e manteve-se na frente, agora acompanhado por Rúben Santos, ambos com 4,5.
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| Reinaldo Silva e Miguel Rocha. Crédito: Alberto Martinho |
Sexta ronda: o resultado que mais tarde desempatou
Na Mesa 1, Miguel Rocha bateu Rúben Santos com as brancas e isolou-se com 5,5 pontos. Ninguém o sabia ainda, mas esta partida viria a decidir o segundo lugar.
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| Arthur Vlug e Pedro Apolónia. Crédito: Alberto Martinho |
A última noite
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| Crédito: Alberto Martinho |
O que separou os três
Pedro Apolónia jogou as sete partidas ao tabuleiro e defrontou os três primeiros do ranking. Perdeu com o primeiro, Edivaldo Gama, e venceu o terceiro, Arthur Vlug, e o segundo, Miguel Rocha, por esta ordem.
Miguel Rocha também disputou as sete partidas, com o calendário mais exigente do topo: Edivaldo Gama, Arthur Vlug, Reinaldo Silva, Rúben Santos e Pedro Apolónia. Contra eles somou três vitórias, um empate e uma derrota, e essa derrota foi a única do seu torneio.
Rúben Santos chegou aos 5,5 com cinco partidas jogadas, quatro vitórias e uma derrota. Essa derrota, com Miguel Rocha, foi precisamente a que o deixou no terceiro lugar.
A diferença entre o primeiro e o terceiro lugar foi de meio ponto, e só ficou decidida na última partida da Mesa 1.
Até ao III Open Clássicas Clube Peões da Caparica!
Fontes: Chess-Results: classificação final · Chess-Results: tabela cruzada final · Blogue do CPC: cobertura ronda a ronda do II Open
Fechada a sétima e última ronda, chegou a hora de entregar os prémios do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica. A cerimónia teve lugar logo após o fim do último jogo e serviu para dar o merecido destaque a um torneio que se decidiu no último tabuleiro.
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O vencedor é Pedro Apolónia (FC Barreirense), que fechou com 6 pontos depois de ganhar a Miguel Rocha na última ronda. Recebeu o troféu e o prémio de 100 euros, entregues pelo presidente do CPC, Jorge Gomes.
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| Crédito: Fernando Amaral. |
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| Crédito: Fernando Amaral. |
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| Crédito: Fernando Amaral. |
Quarto e quinto lugares
Leon Li (AR Telheiras) terminou em quarto, com 5 pontos, e recebeu 20 euros.
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| Crédito: Fernando Amaral. |
Os Peões da Caparica
O melhor classificado do Clube foi Arthur Vlug, com 4 pontos, em oitavo lugar. Luís Filipe também fez 4, mas Vlug tinha ganho o encontro direto na quarta ronda.
Prémio Teatro Municipal Joaquim Benite: entradas para «Medida por Medida»
O regulamento previa entradas duplas para o espetáculo de 7 de novembro, às 21h00, gentilmente cedidas pelo Teatro Municipal Joaquim Benite, para os cinco melhores jogadores seniores ou veteranos de clubes do concelho de Almada. Estes prémios couberam a Arthur Vlug, Luís Filipe, Pedro Santos, Mauro Monteiro e Américo Costa.
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| Crédito: Fernando Amaral. |
Uma palavra final
O Clube Peões da Caparica agradece à Câmara Municipal de Almada, à Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria e ao Agrupamento de Escolas da Caparica, pelos habituais apoios às nossas provas, bem como à NOVA FCT, que nos recebeu no Edifício VII, e ao Teatro Municipal Joaquim Benite, em parceria com a Companhia de Teatro de Almada, pelo apoio extraordinário a esta edição.
Classificação completa e todos os resultados no Chess-Results. Até ao III Open de Clássicas Clube Peões da Caparica!
Fontes: Chess-Results: classificação final · Chess-Results: tabela cruzada final · Blogue do CPC: regulamento do II Open
Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897 de Elo) é o vencedor do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica. Na terça-feira, 27 de outubro, na sétima e última ronda, ganhou com as brancas a Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102), que chegava à Mesa 1 com meio ponto de avanço e precisava apenas do empate. Apolónia acabou com 6 pontos, Rocha ficou em segundo com 5,5 e Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) completou o pódio, também com 5,5.
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| Crédito: Alberto Martinho. |
Esta ronda começou com a intervenção de Ricardo Pita em representação da Sra. Presidente da Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria (UFCT), Sandra Chaíça, tendo referido o interesse que a UFCT tem nestes eventos desportivos. Ricardo Pita reconheceu ainda o papel do CPC na promoção do xadrez local.
O jogo que decidiu o títuloEra o cenário que as contas da véspera deixavam em aberto: a Rocha bastava o empate, a Apolónia só servia a vitória. E a vitória veio. Para o jogador do Barreirense foi o quinto triunfo consecutivo, depois de ter perdido na segunda ronda com Edivaldo Gama, e deu-lhe o título com meio ponto de margem sobre dois adversários que, curiosamente, acabaram empatados entre si.
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| Pedro Apolónia vs. Miguel Rocha. Crédito: Alberto Martinho. |
Na Mesa 2, Rúben Santos ganhou com as pretas a Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866) e chegou aos 5,5 pontos. Miguel Rocha e Rúben Santos terminaram com o mesmo número de pontos, e o segundo lugar foi decidido pelo resultado entre os dois (vitória de Rocha na sexta ronda).
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| Reinaldo Silva vs. Rúben Santos. Crédito: Alberto Martinho. |
Quarto e quinto lugares
Leon Li (AR Telheiras, 1876) ganhou a Luís Reis (FC Barreirense, 1877) e fechou o torneio com 5 pontos, isolado em quarto lugar.
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| Leon Li vs. Luís Reis. Crédito: Alberto Martinho. |
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| Vítor Morais vs. Arthur Vlug. Crédito: Alberto Martinho. |
Os Peões da Caparica em prova
O melhor do Clube foi Arthur Vlug (2027), que dividiu o ponto com Vítor Morais e terminou com 4 pontos, em oitavo. Luís Filipe (1750) ganhou a Pedro Santos (1628) no dérbi caseiro da Mesa 7 e também chegou aos 4, em décimo. Vlug e Filipe empataram em pontos, mas o encontro direto da quarta ronda, que Vlug ganhou, separa-os.
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| Pedro Santos vs.Luís Filipe. Crédito: Alberto Martinho. |
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| Américo Costa vs. Fernando Amaral. Crédito: Alberto Martinho. |
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| Pedro Santos e Mauro Monteiro. Crédito: Alberto Martinho. |
Proximamente serão publicados os posts sobre a entrega de prémios e uma análise do que aconteceu nos primeiros tabuleiros ao longo do torneio. Será ainda publicado um post sobre o desempenho dos jogadores do CPC neste II Open.
Obrigado a todos os que passaram pelo Edifício VII da NOVA FCT nestas sete terças e quintas, e parabéns ao vencedor, Pedro Apolónia.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramentos e resultados da ronda 7 · Chess-Results: classificação final · Chess-Results: tabela cruzada final · Blogue do CPC: regulamento do II Open
Falta uma ronda no II Open Clássicas Clube Peões da Caparica, e a pergunta que se ouve na sala é sempre a mesma: quem ainda pode ganhar? Fizemos as contas. A resposta curta é que o título está reduzido a dois nomes, Miguel Rocha e Pedro Apolónia, e decide-se num único tabuleiro, a Mesa 1. Já o segundo e o terceiro lugares podem ficar dependentes dos critérios de desempate e de resultados em mesas onde os candidatos nem sequer estão sentados. A sétima ronda joga-se na terça-feira, 27 de outubro, às 20h00, no Edifício VII da NOVA FCT.
Rocha (Cx Setúbal, 2102 de Elo) lidera com 5,5 pontos e Apolónia (FC Barreirense, 1897) segue com 5. Logo atrás, Reinaldo Silva e Rúben Santos têm 4,5 e defrontam-se entre si; o vencedor desse jogo chega, no máximo, aos 5,5. Ninguém mais pode passar dos 5.
Na Mesa 1, Apolónia joga com as brancas contra Rocha. Há três desfechos possíveis:
Ou seja, a Rocha basta o empate; Apolónia tem de ganhar. Os desempates não entram nesta conta, porque em nenhum cenário o primeiro lugar fica partilhado. O que se passar nas restantes mesas não mexe no nome do vencedor.
Como se desempata
O regulamento manda desempatar, por esta ordem: pelo resultado entre os jogadores empatados (se se tiverem defrontado), pelo Buchholz corrigido (soma dos pontos dos adversários, sem o valor mais baixo), pelo Buchholz completo e, depois, pelo Sonneborn-Berger e outros critérios. Na prática, o Buchholz premeia quem teve adversários mais fortes e, por isso, os pontos que os antigos adversários de cada candidato fizerem na última ronda também contam.
Há um pormenor que pesa neste torneio, com tantos byes e faltas de comparência: o Chess-Results aplica as regras da FIDE em vigor desde março de 2026 para as rondas não jogadas. Para confirmar que fazíamos as contas da mesma maneira, recalculámos o Buchholz de todos os 24 jogadores após a sexta ronda e os valores coincidem com os publicados.
A luta pelo pódio
Os três primeiros recebem troféus, e os prémios monetários vão de 100 euros para o vencedor, a 60 e 40 euros para o segundo e o terceiro, respetivamente. Para o pódio, interessam sobretudo as duas primeiras mesas.
Cenário 1: se Apolónia ganhar a Rocha
Apolónia é campeão e Rocha fica em segundo lugar. Mesmo que o vencedor da Mesa 2 chegue também aos 5,5, Rocha fica à frente porque ganhou a Silva e a Rúben Santos durante a prova.
O terceiro lugar é de quem ganhar a Mesa 2. Se Silva e Santos empatarem, ficam ambos com 5 pontos e o encontro direto não os separa. Decide o Buchholz, e aí Rúben Santos parte em vantagem:
Cenário 2: se a Mesa 1 terminar empatada
Rocha é campeão com 6 pontos e Apolónia soma 5,5. O que acontece a seguir depende da Mesa 2:
Cenário 3: se Rocha ganhar a Apolónia
Rocha é campeão com 6,5 pontos e Apolónia fica com 5.
Os prémios monetários
Do quarto e do quinto lugar (20 e 10 euros), não vale a pena fazer a lista completa: há demasiadas combinações. O que dá para dizer com segurança é quem ainda pode lá chegar. Rocha e Apolónia ficam no top 5 aconteça o que acontecer. Rúben Santos e Silva garantem-no se não perderem. Leon Li e Vítor Morais precisam, pelo menos, de empatar, e nem isso lhes chega sempre. Edivaldo Gama, Arthur Vlug e Luís Reis têm de ganhar, e mesmo uma vitória pode não ser suficiente. Para os restantes jogadores, o top 5 já não está ao alcance.
Os Peões da Caparica em prova
Arthur Vlug é o único jogador do Clube que ainda pode chegar aos prémios monetários. Para isso, tem de vencer Vítor Morais com as pretas na Mesa 4 e esperar por ajuda noutras mesas.
Há ainda o diploma para o melhor jogador do CPC, e aí as contas são simples. Vlug tem 3,5 pontos e Luís Filipe 3. Mauro Monteiro e Pedro Santos ainda podem chegar aos 3,5, mas, em todas as combinações que calculámos, ficam atrás de Vlug no desempate. Se Vlug e Filipe acabarem com os mesmos pontos, conta o encontro direto, e Vlug ganhou a Filipe na quarta ronda. Assim, o diploma só escapa a Vlug se ele perder com Morais e Filipe ganhar com as pretas a Pedro Santos, no dérbi caseiro da Mesa 7.
Antes de terça-feira
As contas acima partem do princípio de que todas as partidas se jogam. Uma falta de comparência mexe com o Buchholz e pode alterar algumas destas conclusões, embora não o nome do vencedor.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramento da ronda 7 · Chess-Results: classificação após a ronda 6 · Chess-Results: tabela cruzada após a ronda 6 · Blogue do CPC: regulamento do II Open · FIDE: regulamento de desempates em vigor desde 1 de março de 2026
NOTA: post feito com recurso à IA.
O emparceiramento da sétima e última ronda do II Open Clássicas do Clube Peões da Caparica já está no Chess-Results e na Mesa 1, Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897 de Elo) joga com as brancas contra Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102). Rocha lidera com 5,5 pontos e Apolónia é segundo a meio ponto. A ronda joga-se na terça-feira, 27 de outubro, às 20h00.
No topo da tabela
Quem ganhar a Mesa 1 ganha o torneio. Um empate dá a Rocha 6 pontos e a Apolónia 5,5. Caso Apolónia vença, fica com 6 pontos contra 5,5 do adversário. Mas o título não se decide só ali: na Mesa 2, Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866) e Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) chegam ambos com 4,5 e têm contas a acertar com o pódio. Silva tem as brancas.
Na Mesa 3, Leon Li (AR Telheiras, 1876, 4 pontos) enfrenta Luís Reis (FC Barreirense, 1877, 3,5). Na Mesa 4, Vítor Morais (Clube EDP, 1844, 4) joga com Arthur Vlug (Peões da Caparica, 2027, 3,5). Na Mesa 5, Ricardo Chorão (Clube EDP, 1907, 3) mede forças com Edivaldo Gama (Cx Montemor-o-Velho, 2119, 3,5), o jogador com mais Elo do torneio.
Os sete jogadores do Clube estão todos presentes, e há dois duelos caseiros:
Outras mesas
Depois desta noite, voltamos com o balanço final e a classificação.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramento da ronda 7 · Chess-Results: classificação após a ronda 6 · Chess-Results: página do torneio
A última ronda do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica joga-se na terça-feira, 27 de outubro, às 20h00, na NOVA FCT. Além dos prémios monetários, dos troféus e dos diplomas, há um prémio que não depende de chegar ao pódio: entradas duplas para «Medida por Medida», de William Shakespeare, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, no sábado, 7 de novembro, às 21h00.
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| Fonte: Teatro Municipal de Almada Joaquim Benite |
O regulamento da prova define os destinatários: os cinco melhores jogadores seniores ou veteranos filiados em clubes do concelho de Almada recebem, cada um, uma entrada dupla. Ficam de fora, portanto, os jogadores dos escalões jovens e os que representam clubes de outros concelhos, seja qual for a sua classificação. Este prémio está entre os não monetários, que o regulamento declara acumuláveis, pelo que pode juntar-se a um troféu ou a um diploma.
A oferta resulta do apoio extraordinário que o Teatro Municipal de Almada Joaquim Benite, em parceria com a Companhia de Teatro de Almada, deu a esta edição do Open. Com uma ronda ainda por jogar, nada está fechado: quem leva os bilhetes só se sabe com a classificação final e os critérios de desempate.
Data e hora confirmadas
«Medida por Medida» está em cena na Sala Principal de 30 de outubro a 29 de novembro, às sextas e aos sábados às 21h00, e às quintas e aos domingos às 16h00. O dia 7 de novembro calha a um sábado, pelo que a sessão é mesmo às 21h00, como indica o regulamento. O espetáculo dura cerca de hora e meia e é para maiores de 14 anos. Para quem quiser chegar mais cedo, nesse mesmo sábado há conversa com o público, às 18h00.
A peça
Shakespeare escreveu-a por volta de 1603 ou 1604, e o texto só foi publicado em 1623. Ficou arrumada entre as comédias, mas não cabe bem nessa gaveta: é muitas vezes apontada como uma das chamadas «peças-problema» do autor, porque o riso convive com matéria bem pouco risonha.
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| Fonte: Teatro Municipal de Almada Joaquim Benite |
O título remete para uma passagem do Evangelho sobre ser julgado com a mesma medida com que se julga. Daí partem os temas que o encenador espanhol Ignacio García destaca na apresentação do espetáculo: o poder e os seus abusos, a justiça exercida por quem governa, a troca de identidades, o desejo que se confunde com o amor e a fronteira estreita entre lealdade e traição.
A produção é da Companhia de Teatro de Almada, com tradução de Fernando Villas-Boas, versão de José Gabriel Antuñano, cenografia de José Manuel Castanheira, figurinos de Sérgio Loureiro e desenho de luz de Guilherme Frazão. Em palco estão André Pardal, Ana Cris, Duarte Grilo, Duarte Guimarães, João Cabral, João Didelet, José Redondo, Maria João Falcão, Marina Albuquerque e Pedro Walter. Ignacio García é conhecido do público de Almada: dirigiu ali «História do cerco de Lisboa», a partir de José Saramago, em 2017, «Reinar depois de morrer», de Luis Vélez de Guevara, em 2019, e «Nem come nem deixa comer», de Lope de Vega, em 2021.
Antes do teatro, o tabuleiro
Primeiro, há uma ronda para jogar. Na terça-feira decide-se o vencedor do Open e fica também definido quem, entre os jogadores dos clubes do concelho, terá lugar na plateia a 7 de novembro. Assim que o emparceiramento da sétima ronda estiver publicado no Chess-Results, damos notícia aqui.
Bons jogos!
Fontes: Regulamento do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica (PDF) · Teatro Municipal Joaquim Benite / CTA: Medida por Medida · Chess-Results: página do torneio
Na quinta-feira, 22 de outubro, jogou-se a sexta de sete rondas do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica, e o jogo que todos esperavam teve desfecho claro: Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102 de Elo) ganhou com as brancas a Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) e isolou-se na frente, com 5,5 pontos. Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897) bateu Arthur Vlug na Mesa 2 e é segundo com 5, a meio ponto do líder. Quando falta uma ronda, Rocha tem a vitória no torneio ao alcance, mas Apolónia está à espreita.
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| Crédito: Alberto Martinho |
Na Mesa 1, Miguel Rocha resolveu a questão e deixou Rúben Santos nos 4,5 pontos. A vitória de Apolónia na Mesa 2 teve peso: Vlug (2027) tinha mais 130 pontos de Elo e as brancas, mas o jogador do Barreirense levou a melhor e subiu ao segundo lugar.
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| Arthur Vlug -Pedro Apolónia. Crédito: Alberto Martinho |
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| Edivaldo Gama - Reinaldo Silva. Crédito: Alberto Martinho |
Leon Li (AR Telheiras, 1876) venceu Riccardo Ciuffreda (Gx Alekhine, 1685) na Mesa 4 e tem 4 pontos. Vítor Morais (Clube EDP, 1844) também chegou aos 4, com o ponto da Mesa 5 a ser conseguido por falta de comparência do adversário.
Os Peões da Caparica em prova
A noite deu para tudo. Arthur Vlug perdeu com Apolónia e fica nos 3,5, em oitavo, a meio ponto do quinto lugar. Luís Filipe (1750) ganhou a Martim Pinheiro (Acd Rio Seco, 1473) na Mesa 7 e subiu aos 3.
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| Luís Filipe - Martim Pinheiro. Crédito: Alberto Martinho |
Contas feitas: Vlug tem 3,5 pontos; Filipe tem 3; Monteiro e Pedro Santos têm 2,5; Costa e Amaral têm 2; Gomes tem 1,5.
Outros resultados
Das oito partidas disputadas ao tabuleiro, três foram ganhas pelo jogador de Elo mais baixo: Apolónia a Vlug, Silva a Gama e Reis a Francisco.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramentos e resultados da ronda 6 · Chess-Results: classificação após a ronda 6 · Chess-Results: página do torneio
Já há emparceiramento para a sexta das sete rondas do II Open Clássicas do Clube Peões da Caparica, e traz o duelo que muitos esperavam: na Mesa 1, Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102 de Elo) joga com as brancas contra Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961). Chegam os dois com 4,5 pontos e, a uma ronda do fim, quem ganhar fica com a faca e o queijo na mão. A ronda joga-se na quinta-feira, 22 de outubro, às 20h00.
No topo da tabela
A Mesa 2 também pesa na luta pelo pódio: Arthur Vlug, dos Peões da Caparica (2027, 3,5 pontos), tem as brancas contra Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897), que segue em terceiro com 4. Na Mesa 3, estão Edivaldo Gama (Cx Montemor-o-Velho, 2119) e Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866), ambos com 3,5.
Mais abaixo, Riccardo Ciuffreda (Gx Alekhine, 1685) e Leon Li (AR Telheiras, 1876) medem forças na Mesa 4, com 3 pontos cada, e Vítor Morais (Clube EDP, 1844, 3 pontos) joga com Mário Figueiredo (filiado individual, 1887, 2,5) na Mesa 5.
Os Peões da Caparica em prova
Os sete jogadores do Clube estão todos em ação, e há dois duelos internos:
Outras mesas
Depois desta, falta só a última ronda. Quando houver resultados, voltamos com o balanço.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramento da ronda 6 · Chess-Results: classificação após a ronda 5 · Chess-Results: página do torneio
Na terça-feira, 20 de outubro, jogou-se a quinta de sete rondas do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica, e a frente da tabela mudou de feição. Miguel Rocha ganhou com as pretas a Reinaldo Silva na Mesa 2 e, na Mesa 1, Rúben Santos somou o ponto na partida com Edivaldo Gama, por falta de comparência. Resultado: Rocha e Santos seguem juntos no comando com 4,5 pontos, e Pedro Apolónia, vencedor na Mesa 3, é terceiro com 4. Faltam duas rondas.
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| Crédito: Alberto Martinho |
Na Mesa 1, o ponto foi parar a Rúben Santos, que sobe aos 4,5 pontos. Edivaldo Gama fica nos 3,5.
Na Mesa 2, Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102) levou a melhor com as pretas sobre Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866) e igualou Santos na liderança. Silva manteve os 3,5 pontos.
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| Crédito: Alberto Martinho |
Na Mesa 3, Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897) venceu o colega de clube Luís Reis (1877) e isolou-se no terceiro lugar, com 4 pontos. Na Mesa 4, Leon Li (AR Telheiras, 1876) e Vítor Morais (Clube EDP, 1844) repartiram o ponto e ambos têm agora 3.
Os Peões da Caparica em prova
A noite foi tranquila para as nossas cores, embora sem grandes saltos. Arthur Vlug (2027) somou o ponto na Mesa 5 frente a Martim Pinheiro (Acd Rio Seco, 1473), por falta de comparência do adversário, e chega aos 3,5 pontos, a um ponto da frente e em sexto lugar.
Nas mesas 10 e 11, os dois encontros eram entre jogadores do Clube. Pedro Santos (1628) e Jorge Gomes (1637) dividiram o ponto, e Mauro Monteiro (1744) venceu Américo Costa (1728), subindo aos 2 pontos.
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| Crédito: Alberto Martinho |
Na Mesa 9, Luís Filipe (1750) empatou com André Pereira (Gx Alekhine, 1679). Fernando Amaral (1698) perdeu na Mesa 8 com Mário Figueiredo (filiado individual, 1887).
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| Crédito: Alberto Martinho |
Outros resultados
E a seguir?
Faltam duas rondas.Iremos publicar o emparceiramento da sexta ronda logo que possível.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramentos e resultados da ronda 5 · Chess-Results: classificação após a ronda 5 · Chess-Results: página do torneio
O emparceiramento da quinta de sete rondas do II Open Clássicas do Clube Peões da Caparica já está publicado no Chess-Results. Na Mesa 1, Edivaldo Gama (Cx Montemor-o-Velho, 2119 de Elo) joga com as brancas contra Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961). Na Mesa 2, Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866) tem as brancas frente a Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102). Os quatro lideram em conjunto, pelo que, no fim da noite, não deverá sobrar mais do que um ou dois no comando. A ronda joga-se na terça-feira, 20 de outubro, às 20h00, no Edifício VII da NOVA FCT.
No topo da tabela
Logo a seguir, a Mesa 3 junta Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897, 3 pontos) a Luís Reis (FC Barreirense, 1877, 2,5), um dérbi de clube. Na Mesa 4, Leon Li (AR Telheiras, 1876) e Vítor Morais (Clube EDP, 1844) chegam ambos com 2,5 pontos.
Os Peões da Caparica em prova
O Clube tem sete jogadores em prova e seis deles jogam esta ronda, um dos quais frente a um colega:
Em suma, as mesas 10 e 11 são duelos entre jogadores do Clube, pelo que há pontos garantidos em casa.
Outras mesas
Depois desta, faltam duas rondas. Assim que houver resultados, voltamos com o balanço.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramento da ronda 5 · Chess-Results: página do torneio
Na quinta-feira, 15 de outubro, jogou-se a quarta de sete rondas do II Open Clássicas Clube Peões da Caparica, e o duelo mais esperado da noite acabou sem vencedor. Miguel Rocha e Edivaldo Gama dividiram o ponto na Mesa 1, e quem vinha logo atrás aproveitou: Rúben Santos e Reinaldo Silva ganharam os seus jogos e juntaram-se aos dois no comando, com 3,5 pontos em 4. A três rondas do fim, nenhum dos líderes perdeu ainda uma partida.
No topo da tabela
Na Mesa 1, Rocha (Cx Setúbal, 2102) tinha as brancas frente a Gama (Cx Montemor-o-Velho, 2119), num encontro entre os dois primeiros do ranking e os únicos que chegavam com pleno. O empate deixou-os lado a lado, mas acabou também com a hipótese de um líder isolado.
Na Mesa 2, Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) venceu com as brancas Leon Li (AR Telheiras, 1876). Foi a primeira derrota do jovem sub-10, que até aqui tinha somado três vitórias e um empate com Arthur Vlug. Na Mesa 3, entre colegas do Gx Alekhine, Reinaldo Silva (1866) levou a melhor com as pretas sobre Miguel Domingues (1417). Na Mesa 4, Pedro Apolónia (FC Barreirense, 1897) ganhou, também de pretas, a Mário Figueiredo (filiado individual, 1887), num jogo em que apenas 10 pontos de Elo separavam os dois. Apolónia é agora quinto, sozinho, com 3 pontos.
Os Peões da Caparica em prova
O dérbi da Mesa 5 foi para Arthur Vlug (2027), que ganhou com as pretas a Luís Filipe (1750). Vlug sobe aos 2,5 pontos e ao 7.º lugar, a um ponto da frente.
Nas restantes mesas, a noite não correu de feição às nossas cores. Pedro Santos (1628) perdeu com Vítor Morais (Clube EDP, 1844) na Mesa 6, Mauro Monteiro (1744) foi derrotado por Luís Reis (FC Barreirense, 1877) na Mesa 7 e Jorge Gomes (1637) caiu diante de Riccardo Ciuffreda (Gx Alekhine, 1685) na Mesa 9. Em todos os casos, o adversário partia com mais Elo.
Com três jogadores fora do emparceiramento, ficaram 21 para emparceirar. A Américo Costa coube-lhe um bye. Fernando Amaral (1698) não foi emparceirado e somou meio ponto.
Contas feitas: Vlug tem 2,5; Pedro Santos, Luís Filipe e Fernando Amaral têm 1,5; Mauro Monteiro, Jorge Gomes e Américo Costa têm 1. No conjunto, os sete jogadores do Clube somam 10 pontos, mais 2,5 do que no fim da terceira ronda.
Outros resultados
Uma ronda sem surpresas
Das oito partidas decididas ao tabuleiro, todas foram ganhas pelo jogador de Elo mais alto; o único empate da noite foi o da Mesa 1. E houve uma particularidade: cinco das oito vitórias foram conseguidas com as peças pretas.
Entre jogadores com os mesmos pontos, a ordem resulta dos critérios de desempate.
Ronda 5
Joga-se na terça-feira, 20 de outubro, às 20h00, na NOVA FCT. O emparceiramento da quinta ronda será publicado aqui, logo que estiver disponível.
Bons jogos!
Fontes: Chess-Results: emparceiramentos e resultados da ronda 4 · Chess-Results: classificação após a ronda 4 · Chess-Results: página do torneio
O emparceiramento da quarta de sete rondas do II Open Clássicas do Clube Peões da Caparica já está publicado no Chess-Results, e a Mesa 1 promete: Miguel Rocha (Cx Setúbal, 2102 de Elo) joga com as brancas contra Edivaldo Gama (Cx Montemor-O-Velho, 2119). Chegam os dois com 3 pontos em 3, pelo que o líder ficará decidido, ou pelo menos isolado, se houver um vencedor. A ronda joga-se na quinta-feira, 15 de outubro, às 20:00.
No topo da tabela
Logo atrás, a Mesa 2 junta Rúben Santos (Academia do Lumiar, 1961) e Leon Li (Ar Telheiras, 1876), ambos com 2,5 pontos. Na Mesa 3, Miguel Domingues (Gx Alekhine, 1417, 2 pontos) tem pela frente Reinaldo Silva (Gx Alekhine, 1866, 2,5), numa partida entre colegas de clube. Na Mesa 4, Mário Figueiredo (1887, 1,5 pontos) mede forças com Pedro Apolónia (Fc Barreirense, 1897, 2 pontos).
Os Peões da Caparica em prova
O Clube tem três jogos entre as mesas 5 e 9, e um deles é interno:
Outras mesas
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Ricardo Chorão (Clube EDP, 1907), Fernando Amaral (CPC, 1698) e Martim Pinheiro (Acd Rio Seco, 1473) surgem como "não emparceirados" nesta ronda, e Américo Costa (1728, 0 pontos) aparece com bye.